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AMAZONINO - A CAMPANHA SEM CANDIDATO

Escrito por
Redação
September 8, 2022
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<p>Não é de hoje que o candidato ao governo do Estado, Amazonino Mendes, apresenta a saúde debilitada. Na última eleição para Prefeito de Manaus (2020), quando saiu derrotado pelo atual prefeito, David Almeida, o Negão já apresentava dificuldades para realizar sua própria campanha.</p>

<p>Na época era comum a ausência em compromissos, entrevistas e os tradicionais bandeiraços. Na eleição presente parece que tudo ficou ainda pior. Amazonino Mendes pouco vai as ruas, o que se observa é que o seu vice, Humberto Michilis, tenta sem sucesso suprir a ausência de um Cacique abatido e cansado.</p>

<p>Seus assessores tentam a todo custo manter a campanha ativa nas redes sociais, porém, sabemos que o corpo a corpo sempre foi o forte de Amazonino. Apesar da internet ter sua força, o público mais fiel sempre foi a população com mais idade que hoje não consegue mais ver aquele candidato que arrastava multidões nos anos 1990, onde distribuía chapéu e broxes com a sua abelhinha, principal mascote de suas campanhas.</p>

<p>O experiente político conhece o povo (palavras dele), e sabe como lidar com eleição e adversários como ninguém. Entretanto, é feito de osso e carne! Mesmo com seus assessores tentando a todo custo apresentar um candidato disposto e pronto para comandar o Estado, o corpo da velha raposa já não responde. Algo comum para um homem de 82 anos de idade, com mais de 50 anos dedicado a vida pública.</p>

<p>Nas pesquisas é o candidato que mais perde pontos percentuais, idas ao interior já não são cogitadas e a presença em bandeiraço também não. Em questão de visibilidade, restam apenas os debates da tv aberta para vê-lo em ação, porém todos sabemos que não é algo que vai agregar nas pesquisas tendo em vista que o debate da Tv Bandeirantes (08/08), o candidato não se saiu como nos seus tempos áureos e nos próximos nada diz que vai ser diferente.</p>

<p>Humberto Michilis tenta seguir com a campanha sem o principal nome na chapa afirmando que as agendas são divergentes, mas essa justificativa não convence ninguém. Pelo visto, no fim da campanha não vai restar nem pecíolo da abelhinha.</p>

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